"Na Natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma."

Lavoisier

Velho do Restelo




"Velho do Restelo é um personagem introduzido por Luís de Camões no canto IV da sua obra Os Lusíadas.[1] O Velho do Restelo é variamente interpretado como símbolo dos pessimistas,[2] dos que não acreditavam no sucesso da epopeia dos Descobrimentos Portugueses, e surge na largada da primeira expedição para a Índia com avisos sobre a odisseia que estaria prestes a acontecer:[3][4] No episódio, narra-se a partida de Vasco da Gama aos mares (a saída do porto, ainda em Portugal). Um ancião (o Velho do Restelo) põe-se então a acoimar as viagens e os ocupantes das naus, sob o argumento de que os temerários navegadores, movidos pela cobiça de fama, glória e riquezas, procuravam desastre para si mesmos e para o povo português."






"Velho do Restelo", Columbano Bordalo Pinheiro


Metus








me·do |ê| 1
(latim metus-us)
substantivo masculino
1. Estado emocional resultante da consciência de perigo ou de ameaçareaishipotéticos ou imaginários. = FOBIAPAVORTERROR
2. Ausência de coragem (ex.: medo de atravessar a ponte). = RECEIOTEMOR ≠ DESTEMORINTREPIDEZ
3. Preocupação com determinado facto ou com determinada possibilidade (ex.: tenho medo de me atrasar). = APREENSÃORECEIO
4. [Popular]  Alma do outro mundo. = FANTASMA

"medo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/medo [consultado em 06-03-2017].




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