"Na Natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma."

Lavoisier

Velho do Restelo




"Velho do Restelo é um personagem introduzido por Luís de Camões no canto IV da sua obra Os Lusíadas.[1] O Velho do Restelo é variamente interpretado como símbolo dos pessimistas,[2] dos que não acreditavam no sucesso da epopeia dos Descobrimentos Portugueses, e surge na largada da primeira expedição para a Índia com avisos sobre a odisseia que estaria prestes a acontecer:[3][4] No episódio, narra-se a partida de Vasco da Gama aos mares (a saída do porto, ainda em Portugal). Um ancião (o Velho do Restelo) põe-se então a acoimar as viagens e os ocupantes das naus, sob o argumento de que os temerários navegadores, movidos pela cobiça de fama, glória e riquezas, procuravam desastre para si mesmos e para o povo português."






"Velho do Restelo", Columbano Bordalo Pinheiro


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