"Na Natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma."

Lavoisier

O que é Nacional

é bom! Muito bom....

Perdi durante muito tempo o hábito de ler. "Não tinha tempo.... " a verdade é que não tinha vontade, o tempo arranja-se sempre.

Gosto de ler de tudo um pouco - descobri que gosto de Lendas Celtas (Marion Zimmer Bradley), policiais, romances. Mas, sobretudo descobri que gosto de livros sobre Portugal.
Tal como durante uma fase devorava tudo o que se relacionasse com II Grande Guerra Mundial, agora gosto de ler tudo o que se relaciona com Antonio de Oliveira Salazar - principalmente a espionagem foi um ponto forte durante a II Guerra.
Lisboa foi palco de inúmeras transações de informações e por aqui passavavam cidadãos de todo o mundo (temos como exemplo "Enquanto Salazar Dormia", de Domingos Amaral.


Tudo isto a propósito de ultimamente ter-me dedicado a autores portugueses - que são muito bons!!!! Tenho como exemplo: "O Anjo Branco", de José Rodrigues dos Santos (UltraMar); "Livro", de José Luis Peixoto (Emigração para França nos anos 60); "A Paixão Segundo Constança H." (Paixões e depressões num tempo em que tudo que "fugisse" ao convencional era critcado e abolido pela Sociedade), Maria Teresa Horta - mesmo num romance o estilo inconfundível desta Senhora - está lá!



Tudo isto a propósito também, de que ontem estive no Modelo - os livros estão com promoção por causa do Dia dos Namorados. Tanto olhei e folheei, que acabei por pegar neste livro "A Mulher da Minha Vida", de António Garcia Barreto. Acabando por cair num cliché, decidi compra-lo. 

Lisboa, anos 30. A instalação da Ditadura, as perseguições politicas e uma história de reencontro com o amor .... e mais não sei, está o livro em lista de espera.

5 comentários:

Presépio no Canal disse...

Experimenta ler "A Governanta" e "Os meus 35 anos com Salazar" do Joaquim Vieira. O primeiro era sobre a Governanta de Salazar e o segundo sobre a menina, hoje uma senhora, que ele criou como afilhada. Gostei especialmente do segundo. E a perspectiva de alguem que o conheceu na privacidade do lar e do ponto de vista afectivo e que pouco conhecimento tinha de politica. O livro do Fernando Dacosta "As Mascaras de Salazar" e muito bom, tambem.
Mas o livro que mais gostei foi o do Domingos do Amaral. Aquele mundo da espionagem e intrigante e faz-te imaginar como seria viver em Lisboa naquela epoca...ainda por cima, o livro e baseado em factos reais...
Por causa disso, uma vez, fomos tomar um copo ao Hotel Avenida Palace, nos Restauradores. Parece que ha uma passagem secreta entre o Hotel e a estacao ferroviaria que fica ao lado e que foi muito usada nessa epoca. Nos ficamo-nos pelo foyer a apreciar a beleza da sala...
Beijinhos!!!

Rosa do Adro disse...

Olá Sandra, o livro de Domingos Amaral é fabuloso - já o li 2 vezes!! e recomendo vivamente. Sabes o que mais aprecio naquela época? É que apesar de todas as dificuldades, as pessoas sabiam aproveitar o pouco que tinham e lutavam (embora poucos e a medo) por um ideal. A minha mãe que nasceu em 1931 e a minha avó em 1906 conta e contava histórias fantásticas!!! Neste livro em especial consiguimos imaginar o que seria Lisboa naquela época....

Este último livro que comprei também me está a deixar curiosa....

Beijos e boa semana :)

Biscuitando disse...

Tambem gosto de ler, mas normalmente não são escritores Portuguêses.

Tens razão há lá cartonagem sim um pouquinho mas há.
Ainda não coloquei a foto da minha caixinha, ups.. nem te enviei a que te tirei lá...
Beijokas bom dia dos namorados.
Bis.

Rosa do Adro disse...

Olá Fernanda!

Experimenta autores portugueses, são diferentes, mas regra geral retratam o nosso quotidiano (passado e presente) - e é sempre interessante revermo-nos nas suas histórias...

Beijos e boa semana :)

Presépio no Canal disse...

Ja pensaste em registar em audio as historias da tua mae e as da tua avo contadas pela tua mae?

Beijinhos!!

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